Não é fácil fazer de gémeo num filme. Tom Hardy excelente, Emily Browing, o ator de Lupin do Harry Potter (David Thewlis). A swinging London dos anos 60 tinha os Beatles e os Rolling Stones, o boom da moda com Mary Quant, a mini-saia e Twiggy, as drogas, a liberalização a jacto dos costumes, as festas loucas e o advento da cultura das celebridades. Entre estas, estavam não só as estrelas pop, os actores, as modelos, os fotógrafos e os aristocratas, mas também um par de criminosos: os gémeos Kray.
Reggie e Ronnie eram os senhores do submundo londrino de então, maus como as cobras e brutos como as casas, mas também amigos de se vestirem à moda e de terem uma pose cool. E como eram donos dos clubes nocturnos mais chiques e in do West End, e tinham convívio fácil, algum do brilho dos actores, cantores, músicos e desportistas britânicos e internacionais que os frequentavam ou lá actuavam, e da alta sociedade que lá comia, bebia, dançava e jogava, passou para eles. E os Kray ganharam estatuto de “famosos”, saindo nos jornais e nas revistas ao lado dos seus clientes.

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