Feriado e estamos a ver um filme com boa produção. Dirigido por Roar Uthaug (Tomb Raider, de 2018), Troll se passa na Noruega contemporânea, quando uma criatura dos contos de fadas surge das montanhas de pedra e ameaça destruir tudo em seu caminho.
Já vimos filmes escandinavos com atores completamente desconhecidos que cativam como o Ragnarok. Desde o início, sabemos como o Troll se desenvolve, pois os humanos primeiro tentam entender com o que estão lidando e depois tentam pará-lo a todo custo. Nesse sentido, Troll se aproxima da tradição de Godzilla e, até os créditos aparecerem, o argumento não tem muito mais a oferecer do que já vimos em outros filmes semelhantes. A novidade está na própria criatura, retirada direto do folclore escandinavo.
É emocionante ver uma montanha rochosa se erguer e liberar sua fúria sobre humanos insignificantes, e está claro que a maior parte do orçamento de Troll foi para trazer o monstro à vida. Além disso, a cada novo confronto com a criatura, os humanos devem bolar novos planos de contenção que envolvem contos de fadas escandinavos, e é curioso ver histórias infantis sendo usadas como armas contra um inimigo aparentemente imparável. E como os trolls são uma grande parte da cultura pop em todo o mundo, mesmo os espectadores que não conhecem muito sobre o folclore escandinavo podem se acostumar rapidamente com as regras que regem os poderes e fraquezas dos trolls.
Contudo no final do filme e atenção aos spoilers ...
Ele morre por exposição solar....
Ou seja nos tempos antigos eles só andavam de noite... O filme não é bom.

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