Guardiões da Galáxia Volume I e II




Em 1988, na Terra, após a morte de sua mãe, o jovem Peter Quill é raptado da terra pelos Ravagers, um grupo de piratas espaciais liderados por Yondu Udonta (Michael Rooker). Vinte e seis anos mais tarde, Quill, agora um mercenário autoentitulado Senhor das Estrelas (Chris Pratt), rouba uma esfera metálica no planeta Morag e é interceptado pelo alienígena Kree, Korath (Djimon Hounsou), subordinado do terrorista Ronan (Lee Pace). Embora Quill fuja com o artefato, Yondu descobre o seu roubo e emite uma recompensa por sua captura. Ao mesmo tempo, Ronan envia a assassina Gamora (Zoe Saldana) atrás do orbe.

Quill engana Yondu fazendo-o pegar um recipiente contendo supostamente a Joia recuperada, em seguida, antes de dar a gema real para a Tropa Nova. O grupo de Quill, agora conhecido como os Guardiões da Galáxia, têm os seus antecedentes criminais apagados e Quill descobre que ele é apenas metade humano, seu pai é de uma antiga espécie alienígena desconhecida. Quill finalmente abre o último presente que recebeu de sua mãe, que contém uma fita cassete cheia de suas canções favoritas. Os Guardiões saem com a Milano reconstruída, acompanhados por um galho recuperado de Groot, que já está começando a crescer. Em uma cena pós-créditos, Tivan senta em sua coleção destruída, onde ele é lambido pelo cachorro cosmonauta Cosmo, sendo ridicularizado por outra figura recém-libertada, Howard, o Pato (Seth Green).

Volume II

O filme entrelaça duas subtramas em uma só mas a principal é a que envolve o suposto pai de Quill, o alienígena Ego (Kurt Russell). Como o tema principal do Vol. 2 é a família e suas relações nem sempre estáveis, o misterioso personagem chega para complicar a cabeça de quem até então não dava muita bola para o tal "ser de luz" que sua mãe dizia que era seu progenitor. Dá a impressão que o Senhor das Estrelas, antes tão despreocupado e alheio a tudo está cada vez mais incomodado por não saber sua origem, o que pode resultar em desdobramentos inesperados.

Há também a relação entre Yondu e seu superior no grupo dos Saqueadores e a presença da empata Mantis (Pom Klementieff, de Old Boy: Dias de Vingança), uma misteriosa auxiliar de Ego que também tem suas camadas sob a pele. O filme é basicamente uma cebola, e interprete isso como quiser.

Claro que o ponto alto do filme ainda são as perfomances hilárias do Baby Groot, seja lutando ou fazendo gracinhas devido seu tamanho, sem falar que ele foi dublado por um Vin Diesel solto no pasto. Ao contrário do que pode parecer, embora o alienígena vegetal não saiba falar nada além de “eu sou Groot” o ator o faz com diversas entonações desde o filme anterior, e com o tempo você absorve perfeitamente o que ele quer dizer e não precisa do Rocket (e não Rocky; como sempre, “traduttore, traditore”) para traduzir o que ele fala, com exceção no caso de sentenças complexas. Ou nem isso às vezes.

Por outro lado Rocket também é bastante aproveitado, desde suas tiradas e ações absurdas como seu lado mais, digamos assim… “humano”, que foi só pincelado no primeiro filme. E a atuação de Bradley Cooper a voz o racoon é novamente excepcional.

Comentários