Os deuses egípcios são fascinantes "Osíris, Ísis a deusa Mãe dos Faraós, Rá o Deus do Sol, Amon e muitos outros, mas este filme Nikolaj Coster-Waldau é fraquinho. Nós estamos habituados aos deuses egípcios é certo e Bek, um herói mortal, une-se ao deus Hórus em uma aliança contra Set, o deus das trevas, que usurpou o trono do Egito, mergulhando em um império que antes era pacífico no caos e conflito.
Geral Buttler participou no filme e polémica de não existirem muitos atores egípcios a protagnizarem o mesmo é sempre uma questão difícil de responder. Acresce o facto da situação do realismo do filme, mas o realizador Alex Proias defendeu-se « o mundo dos deuses do Egito nunca existiu realmente. É inspirado na mitologia egípcia, mas não faz nenhuma tentativa de precisão histórica porque isso seria inútil – nenhum dos eventos do filme realmente aconteceu. É tão baseado na realidade quanto Star Wars - que não é nada real... Talvez um dia, se eu conseguir fazer mais capítulos, eu revele o contexto de quando e onde da história. Mas uma coisa é certa: não se passa no Antigo Egito».
Temos de ter em conta que não é um filme histórico e outros personagens com o egipto como cenário já existiram. Múmia, Stargate Atlantis, até os filmes sobre a maldição da Múmia não são prolíferos em realismo.
É certo que esses filmes foram feitos no passado e atualmente é necessário ter algum cuidado. Não nos esquecemos que em 2009 quando o jogo Resident Evil 5 saiu Resident Evil 5 foi alvo de uma grande polémica envolvendo os vilões do game e um possível caso de racismo por parte da Capcom. O problema é que ao invés de eliminar os tradicionais zombies, marca registada da série, Chris e Sheva enfrentam personagens negros infectados por um vírus.

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