A Forma da Água

 


A Forma da Água (no original, em inglês: The Shape of Water) é um filme norte-americano de 2017, dos gêneros fantasia sombria, romance, drama e aventura, dirigido por Guillermo del Toro e escrito por ele e Vanessa Taylor. O filme é estrelado por Sally Hawkins, Michael Shannon, Richard Jenkins, Doug Jones, Lauren Lee Smith, Michael Stuhlbarg e Octavia Spencer.


Lançado em 1 de dezembro de 2017 nos Estados Unidos.A obra recebeu várias indicações e ganhou inúmeros prêmios, entre eles: três BAFTA, dois Globos de Ouro, o Leão de Ouro do Festival de Veneza e ainda 13 indicações ao Oscar, vencendo em quatro categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte. 

Em meio aos grandes conflitos políticos as grandes transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos, Elisa (Sally Hawkins), senhora das limpezas num laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga ela recorre a um vizinho (Richard Jenkins) e à colega de trabalho Zelda (Octavia Spencer)

Esta á a história de Elisa Esposito, uma mulher muda e órfã que trabalha nas limpezas de um edifício de investigações ultrassecretas do governo americano durante os anos 60. Aí, ela conhece uma criatura aquática de aspeto antropomórfico que é prisioneira da instituição americana. Após vários dias, ao longo dos quais ela ensina o seu companheiro a comunicar com linguagem gestual, Elisa apaixona-se pelo homem-peixe e, quando a sua vida é posta em risco, ela tenta salvá-lo. Tudo isto é filmado num estilo que mistura os cânones do terror clássico de série B com o romantismo de musicais dos anos 30, o tipo de comentário social populista que em tempos era tipificado pelas obras de Stanley Kramer e com uma inocência fantasiosa que relembra os contos-de-fadas tornados cinema de Jean Cocteau.

O principal desses elementos é precisamente a paixão que desabrocha entre Elisa e o homem-peixe. Mas achamos que é uma paixão inusitada, contudo quem somos nós para criticar?

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