Em 1805, Eugène-François Vidocq (Vicent Cassel), uma lenda do submundo parisiense por suas múltiplas fugas, foi preso novamente em uma colônia penal flutuante. Ele desapareceu por anos após outra fuga, antes de reaparecer disfarçado de comerciante de tecidos. Logo envolvido com seu passado, ele é acusado por dois bandidos de um crime que ele diz não ter cometido e é preso pela polícia. Este é o início de uma longa luta pela sua reabilitação, durante a qual coloca o seu conhecimento do ambiente criminal ao serviço da "brigada de segurança" de Paris com um pequeno grupo de párias e marginais cujo papel é se infiltrar no crime organizado. Devido aos seus resultados excepcionais, ele atrai a ira da polícia tradicional, bem como do submundo, que coloca uma recompensa pela sua cabeça.
Foi um bom filme e a época de Napoleão já foi muito retratada, mas Cassel referiu em entrevista que "É uma história real. Ele é uma figura importante na cultura francesa, mesmo que não seja muito conhecido. Conta a história da França naquela época, o Primeiro Império, o pós-Revolução... Como você alinha Paris... Napoleão era o imperador de seu Império, mas não era o Imperador de Paris. É por isso que o filme leva esse nome, em referência a Vidocq". Se o objetivo de Cassel era enaltecer e a memória de Vidoq, foi em vão. Mas a verdade é que influenciou muitos escritores como Vitor Hugo, Edgar Allan Poe e Conan Doyle.
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