É nesta fase que a banda desenhada entra na sua complexidade profunda. Explicar ao público em geral quem são os eternos não é fácil. Narrar a jornada de seres imortais criados pelos deuses cósmicos conhecidos como Celestiais, que os colocaram na Terra como uma experiência de avanço de tecnologia numa cultura primitiva. A razão do desenvolvimento do planeta para criar outros planetas e com isso explicar a expansão do universo? Não é fácil.
O filme de Chloé Zhao e a HQ da Marvel como Jack Kirby que a concebeu, em 1976. No sincretismo de Kirby, os Eternos são menos como deuses olímpicos e mais como arcanjos encarregados de manter uma ordem divina que os precede.
Nesta premissa, obviamente cristã, para fazer dos deviantes nos combates em CGI, bestas famintas com aquele típico aspecto acinzentado e anfíbio que dificulta divisá-los nas rápidas cenas de ação noturnas. Isso não significa que o filme coloca o viés religioso de canto; na verdade, o argumento escrito por Kaz e Ryan Firpo coloca-nos muitas questões filosóficas. Depois do filme abordamos o tema de sempre, o bem maior sobre o particular.
Os atores de Game of Thrones estão sempre com o estigma da excelente série e Rob Stark (ikaruss no filme) (o ator principal do fime)e Cerci (no GOT era Cercei) criam o enredo para estas 2 horas e meia de entretenimento.
Parece interessante. Mas, como dizes é uma perspetiva cristã. nesta todos somos seres imortais e a nossa existência na terra é uma mera passagem para a vida celestial. Gostei
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