The Shining

 


The Shining é um filme que 30 anos depois ainda fascina os cinéfilos. "The Shining" estreou a 23 de maio de 1980 nos Estados Unidos e foi rodado com um orçamento de 19 milhões de dólares. O filme de terror, com Jack Nicholson, gerou 44,4 milhões de dólares de receitas só no mercado doméstico, segundo o Box Office Mojo. Mais de vinte anos depois surgiu Dr. Sleep que é a sequela do filme, onde iremos abordar numa próxima oportunidade.

O filme tem uma página no wikipedia própria e extensa (wikipedia). Jack Nicholson já tinha tido grandes existos como Voando Sobre Um Ninho de Cucos mas este filme marca a sua carreira. Este filme foi ignorado pela Academia e digamos que é uma grande lapso da instituição.

Existem imensas cenas que deixam a sua marca neste filme, a mais conhecida provavelmente envolve um machado, mas a minha pessoal favorita é a de Jack a explicar a Wendy o seu estado enquanto esta abana com um taco de basebol, seguido de uma cena inicial em que Jack “observa” Wendy e Danny através da réplica do labirinto que tem no seu escritório. A forma como Stephen King não gostou deste filme é muito publicitada e é justificada, porque Stephen escreveu as personagens de uma forma diferente, uma das maiores críticas feitas por King é que Jack aqui já parece meio instável desde início enquanto que na história ele supostamente é super normal para começar e depois gradualmente transforma-se na pessoa que vemos no final do filme e é compreensível que estes choques entre escritor e adaptação a cinema aconteçam, não significam que um ou outro sejam maus. Shelley Duvall foi se calhar a maior vítima de tudo isto , e do perfeccionismo de Kubrick que a levou à exaustão mental e a mal tratava para atingir o estado de cansaço e de confusão que ele pretendia da atriz, até a cena que acima referi como a minha favorita demorou um recorde de 127 takes. 

O enredo é o Jack Torrence que toma conta do hotel no inverno quando está fechado. Ele vai viver sozinho durante meses com a família. Os objtivos de Torrence têm o propósito de escrever o seu livro.  Na entrevista de emprego o dono do hotel diz vão ser meses de isolamento e que o antigo cuidador eloqueceu e matou-se. 

O hotel foi construído por cima de um cemitério índio... O Stephen King tem uma coisa com campas de índios, mas a verdade é que ele não gostou do filme. O tema do Homem Branco a usurpar a propriedade dos nativos é algo que vai dar sempre um motivo para um filme. A explicação do filme aqui.

O Shine é um poder místico em que a pessoa que vive no nosso mundo consegue falar com os espíritos. A verdade é que o filme é diferente do livro porque nos anos 80 ainda não havia tecnologia suficiente para adaptar na totalida a história do livro. No livro há uma parte em que arbustos transformam-se em animais e perseguem o Jack. Nos dias de hoje esta parte (e outras) seria possível.

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