Tres Mil Anos de Desejo



Epá nós achámos que o Inception era um pouco confuso, mas este Três Mil Anos de Desejo tivémos de recorrer ao Youtube. Escrever o que vimos não é fácil, já que ao que percebemos são três histórias todas na cabeça da protagonista a atriz Tilda Swinton (Alithea).

A Rainha Sheeba, Gulten e Murad e Zefir. A narrativa é uma adaptação do conto “The Djinn in the Nightingale’s Eye”, publicado em 1994 e escrito pela autora britânica A. S. Byatt. A estreia mundial aconteceu no prestigiado Festival de Cinema de Cannes. O elenco inclui ainda Pia ThunderboltBerk Ozturk ou Alyla Browne.

Como um artigo extenso da “Polygon” defende, e que conta com declarações do próprio George Miller, toda a obra do cineasta é centrada nas mesmas questões. Por mais diverso que seja o seu trabalho (e Miller não tem assim tantos filmes no seu currículo), o foco está sempre no “porquê?”

As histórias são uma pergunta”, assume George Miller. “São como nós, seres humanos, desde que evoluímos para esta neurologia, atribuímos significado. Tornamos o mundo coerente através das nossas histórias. E fazemo-lo tal como temos pulsação e respiramos e fazemos todas as outras coisas da vida.

Nós percebemos o George Miller, as obras dele não podem ser só sobre o universo Mad Max e este filme é muito complexo e visualmente muito bom.    

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