Jessica Gao nunca tinha escrito para a Marvel e a nossa análise é favorável. Jennifer Walters, a prima de Bruce Banner, o incrível Hulk — aquela criatura verde musculada que habita o universo de super-heróis da Marvel há várias décadas. Walters é uma advogada. Na banda desenhada, ela é alvejada por um criminoso sedento de vingança.
Para a salvar, Bruce Banner faz uma transfusão de sangue de emergência. O resultado é que lhe transmite a radiação que o torna naquela criatura. É assim que Jennifer Walters se torna na She-Hulk.
Contudo, na série a narrativa pode ser outra. Como um dos trailers divulgados deixa a entender, o sangue dos primos pode misturar-se involuntariamente num acidente de carro — em vez de numa transfusão. A série foca-se não só em lutas e explosões, mas na vida de um super herói como temos numa banda desenhada.
A atriz de Orphan Black parece-nos perfeita para o papel e depois temos o Tim Roth, o Mark Ruffallo, a Jameela Jamil que compõem mutio bem o elenco. No episódio 8 temos a presença do ator Charlie Cox como um advogado o famoso Matt Murdock.
Transfusões de Sangue
Como todos sabemos as pessoas têm diferentes tipos sanguíneos. O que determina o tipo sanguíneo é a presença de certos antígenos (moléculas complexas de açúcar ou proteína que podem desencadear uma resposta imune) na superfície dos glóbulos vermelhos. Os antígenos de células sanguíneas incluem antígenos dos grupos sanguíneos A e B e fator Rh.
Ou seja a Marvel dos anos 70 ainda não tinha este rigor científico e a Marvel teve de arranjar uma explicação, porque o sangue não transmite poderes, transmite doenças (risos).
A Marvel tenta explica aqui, mas ainda assim temos muitas dúvidas.

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