The Flash

 



 O Flash da The CW Television Network  deve ser das séries mais longas e o ator que faz de Barry Allen desempenha um bom papel. Fomos ver o The Flash e é um bom filme e a quantidade atores de grande qualidade como Jeremy Irons, Michael Keaton e até Ben Affleck torna o filme substancialmente bom. O enredo é do mais complicado que existe, multiversos, várias linhas temporais, mas o mais importante é que o filme no final dá uma ordem ao caos do início. 








Seria bom a exploração do Dark Flash (Dark Flash) porquanto parece-nos um personagem muito peculiar, mas sabemos um filme de duas horas e meia já é muito comprido. O filme para o cinéfilo normal será algo a evitar, contudo para aqueles que apenas leram a banda desenhada dos anos 90 será uma boa atualização.




O final do filme é importante porque do que já lemos este filme é um rebot. Barry Allen chega à conclusão de que não pode salvar a vida da própria mãe. O herói percebe que a morte de Nora Allen é um daqueles eventos que não podem ser mudados e estão fadados a acontecerem todos os universos – ou “interseção” como o Batman de Michael Keaton definiu.




Por conta disso, ele volta novamente no tempo e impede a si mesmo de interferir no passado e salvar a própria mãe. Para salvá-la, Barry havia colocado uma lata de tomates no carrinho de supermercado para evitar que seu pai saísse naquela tarde e a deixasse sozinha, à mercê do assassino. No final, ele retira a tal lata para que a história siga seu curso e os universos não sejam destruídos pela mudança que ele causou.




Porém, ele decide arriscar uma modificação menos grandiosa e move os tais tomates para a prateleira de cima. Apesar de não salvar Nora, essa atitude faz com que Henry Allen olhe para a prateleira de cima e seja flagrado pelas câmeras de segurança da loja, comprovando que o homem não estava em casa durante o assassinato da esposa, inocentando-o no julgamento.

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