O Assassino


 Ainda nas salas do cinema em Portugal e estreou hoje no Netflix. Michael Fassbender é um assassino que é contratado por uma agência e o filme começa ficar intessesante a meia hora do mesmo. Fassbender falha o alvo, matando outra pessoa. O enredo passa devagar, ele chega casa e a sua companheira está no Hospital em Punta Cana... Consequências do falhanço a agência enviou outros assassinos como retaliação.

O filme continua e ele vai à procura das duas pessoas que atacaram a sua mulher... Ele vai ao "organizador" dos "assassinos, o que lhe deu o trabalho e mata-o... E niguêm diz nada ou faz nada... Os assassinos não estranham que seu gestor foi morto?

O Assassino finalmente viaja para Chicago, onde o cliente, o bilionário capitalista de risco Claybourne, mora em uma cobertura de luxo. O Assassino transfere suas finanças para a República Dominicana e observa a rotina de Claybourne, usando ferramentas baratas compradas na Amazon para clonar o cartão-chave de sua casa e contornar a segurança do prédio. O Assassino confronta Claybourne sob a mira de uma arma em sua cobertura, perguntando se ele ordenou o ataque retaliatório por queixa pessoal. Claybourne afirma que não tem nenhum problema pessoal com ele e, como cliente de primeira viagem de um assassino, concordou em pagar Hodges para resolver pontas soltas sem saber o que isso implicava. O Assassino poupa Claybourne, embora prometa retornar e matá-lo de uma forma horrível e desavisada se Claybourne vier atrás dele.Mais tarde, The Killer retorna à República Dominicana e se aposenta com Magdala em recuperação ao seu lado.

Mata os assassinos e deixa o autor moral dos crimes vivo, porque ele nem sabe o que é que ele fez. Apenas que vai ter um acidente... 

Este filme faz-me lembrar vagamente o Fight Club porque tenta ser filosófico...

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