O Conde de Monte Cristo (em francês: Le Comte de Monte-Cristo) é uma interessate versão do filme francês de ação e aventura histórica de 2024, baseado no romance de 1844 de Alexandre Dumas. Adaptado e dirigido por Matthieu Delaporte e Alexandre de La Patellière, o filme é estrelado por Pierre Niney como Edmond Dantès.[4]
O Conde de Monte Cristo teve sua estreia mundial no 77º Festival de Cannes em 22 de maio de 2024 e foi lançado nos cinemas da França um mês depois pela Pathé. Com um orçamento estimado em € 42,9 milhões, o filme foi a produção francesa mais cara de 2024. Vendeu mais de 9 milhões de ingressos na França,[5] onde foi o segundo filme de maior bilheteria de 2024 e arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo.[6][7]
Também se tornou o maior sucesso da Pathé desde Bienvenue Chez Les Ch'tis
Em 1815, o marinheiro Edmond Dantès desobedece ordens para resgatar uma náufraga no Mar Mediterrâneo. A mulher, Angèle, carrega uma carta do exilado Napoleão, que o Capitão Danglars apreende. Ao chegar a Marselha, Danglars denuncia Edmond ao armador Morrel, mas Morrel o demite por negligenciar seu dever de ajudar sobreviventes e promove Edmond em seu lugar.
Edmond retorna para casa para compartilhar a notícia com sua noiva, Mercédès Herrera, e seu primo, Fernand de Morcerf, que nutre sentimentos por ela. Edmond pede a Fernand que seja seu padrinho de casamento. No entanto, no dia do casamento, Edmond é preso e acusado de ser bonapartista. Levado perante Gérard de Villefort, promotor adjunto de Marselha, Edmond mantém sua inocência, levando Villefort a considerar sua libertação. Contudo, Edmond revela que sabe a identidade de Angèle. Villefort o detém novamente enquanto interroga Danglars e Fernand.
Villefort conspira com Danglars e Fernand para garantir a prisão de Edmond. Angèle, irmã de Villefort, exige a libertação de Edmond e ameaça expor o caso de Villefort com a esposa de Danglars. Para silenciá-la, Villefort convence Danglars a eliminar Angèle. Edmond é preso no Château d'If, onde conhece o colega de cela, o Abade Faria, que o educa em línguas, ciências e cultura durante oito anos. Faria também revela a localização de um vasto tesouro na ilha de Monte Cristo. Antes da fuga planejada, Faria é fatalmente ferido pelo desabamento de um túnel. Edmond leva o corpo de Faria para sua cela, esconde-se no saco funerário em seu lugar e, após ser jogado ao mar, escapa e nada até a liberdade.
De volta a Marselha, Edmond descobre que seu pai morreu e que Mercédès se casou com Fernand e se mudou para Paris. Edmond viaja para Monte Cristo, onde encontra o tesouro escondido. Um ano depois, ele ressurge como o Conde de Monte Cristo, sedento por vingança. Ele encontra Angèle, vendida por Danglars para a prostituição, agora à beira da morte. Ela revela que certa vez tentou expor os crimes de Villefort, incluindo sua tentativa de enterrar vivo seu filho ilegítimo, André. Angèle resgatou André, colocando-o em um orfanato. Edmond toma André sob sua proteção, renomeando-o Príncipe Andrea Cavalcanti, e o torna uma peça-chave em seus planos.
Enquanto Haydée e Albert planejam partir, são confrontados pelo Conde, que exige que Haydée revele a verdade sobre a traição do pai de Albert contra seu próprio pai, Ali Pasha de Janina. Enfurecido, Albert desafia o Conde para um duelo. Mercédès confronta Edmond, implorando pela vida de seu filho Albert. Edmond concorda em poupar Albert, encerrando o duelo sem derramamento de sangue. Ele encoraja Haydée e Albert a encontrarem a felicidade juntos. Mercédès abandona Fernand, que confronta Edmond em desespero. Os dois duelam, com Edmond saindo vitorioso. Recusando-se a matar Fernand, Edmond o deixa para viver com sua desgraça e perdas.
Edmond deixa sua propriedade, embarcando em uma vida de viagens. Em uma carta final para Mercédès, ele escreve: "Toda a sabedoria humana está contida nestas duas palavras: 'Esperar e ter esperança'."

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