Anya Taylor-Joy (Drasa) já é uma atriz consagrada, desde Queen Gambit ao grande papel em Norhman, A Furiosa... Já Miles Teller (Levi) com o horrível Quarteto Fantástico de 2015 e dos longínquos Divergentes e ao recente Lt. Bradley 'Rooster' Bradshaw (que até nem esteve mal). Sigourney Weaver não precisa de apresentações. Começamos a ler a sinopse do filme «Dois agentes altamente treinados se aproximam à distância após serem enviados para proteger lados opostos de um desfiladeiro misterioso. Quando um mal emerge, eles precisam trabalhar juntos para sobreviver ao que está lá dentro» ficamos na mesma e com receio. Zach Dean é um argumentista diverso
O filme começa lento e sabemos que Levi é um atirador de elite e Drasa fala Lituano também é uma atiradora de elite bielorussa (acho que vamos ter um Romeu e Julieta dos tempos modernos). Uma missão misteriosa que os obriga a se hospedar em lados opostos de uma fenda rochosa funda e estreita. Durante um ano, confinados em torres de guarda, os dois precisam defender e tomar conta desse buraco nebuloso, onde reside uma criatura que ameaça a humanidade. Altamente treinados, os dois vigiam o inimigo, enquanto passam a se comunicar à distância, estabelecendo uma conexão inusitada, mesmo sendo estritamente proibido. Quando, porém, as coisas saem do controle, Drasa e Levi acabam descendo o desfiladeiro e entrando em contato direto com o mal obscuro. Os agentes precisam, então, reunir as suas melhores estratégias e trabalhar em equipa para saírem dessa fossa e controlar o que se esconde entre as névoas e a escuridão.
O inimigo são uns alienígenas e sentismo wokismo, porque ok há tantos conflitos internacionais e não vale a pena criar mais uma polémica. O filme foi assim assim.

Comentários
Enviar um comentário