O Amador







Charlie Heller (Remi Malek) é um brilhante, mas totalmente introvertido, descodificador da CIA que trabalha num escritório na cave da sede em Langley. Tem uma vida calma e encontra-se com The Bear interpretado pelo Jon Bernthal. Vemos o Charlie no seu trabalho de analista de dados, depois com os seus colegas na cantina. Na sua análise de dados ele vê algo que não é suposto ver e por coincidência está a fala com a sua esposa ao telefone.

O Diretor Moore aparece no local de trabalho e diz-lhe que tem de ir falar com a diretora O´Brien. Eles informam que a sua esposa foi assassinada num ataque terrorista em Londres. Ele fica em choque e refere que nas notícias não fazem indicação que é a sua mulher,  mas as imagens mostra a cara dela. 


Quando os seus supervisores se recusam a tomar providências imediatas, Charlie fica inquieto, à noite sem dormir decide resolver o problema com as suas próprias mãos, embarcando numa perigosa jornada pelo mundo para encontrar os responsáveis. A sua inteligência torna-se a sua arma mais poderosa para despistar os seus perseguidores e conseguir vingança. Ele analisa meticulosamente todas as imagens e usando o software que ele utiliza normalmente, com a sua análise ele consegue identificar o assassino e a pessoa que encomendou o ataque Gretchen Frank. Contudo os seus chefes dizem que ele tem de ir à psicóloga.

Posteriormente numa reunião refere que Diretor Moore encobriu um ataque com mais de 400 pessoas mortas. O Moore e o Caleb dizem que ele está louco e que tem de descansar. Mas Charlie exige os recursos e o treinamento específico da missão na "Fazenda" para caçar pessoalmente os quatro agressores. Ele é enviado para treinar com o Coronel Robert Henderson no Acampamento Peary, Charlie, tímido em armas, se destaca na fabricação de bombas, mas Henderson declara que ele simplesmente não é capaz de matar. 

Após seguir o rasto e eliminar sistematicamente três dos quatro responsáveis ​​pela morte de sua esposa (embora uma morte tenha sido acidental e outras por meio de armadilhas inteligentes, em vez de combate direto), Charlie finalmente confronta o mentor, Horst Schiller. Em vez de matar Schiller, Charlie revela que sua captura fazia parte de um plano elaborado. Ele já havia hackeado o navio de Schiller, redirecionando-o para fora das águas internacionais e para o território finlandês.

Quando o navio entra em águas finlandesas, a Interpol e a Marinha Finlandesa o interceptam, prendendo Schiller. Essa ação garante que Schiller seja levado à justiça em vez de simplesmente ser morto por Charlie.

Expondo a conspiração: A prisão de Schiller também serve para expor uma conspiração maior dentro da CIA. O vice-diretor Alex Moore, que comandava operações não autorizadas de "bandeira falsa" (como a que levou à morte de Sarah) para justificar intervenções estratégicas, é implicado e posteriormente preso.

Resolução e futuro: Charlie retorna aos Estados Unidos, tendo alcançado uma espécie de encerramento, não apenas vendo os homens responsáveis ​​pela morte de sua esposa enfrentarem as consequências, mas também desmantelando um sistema corrupto dentro de sua própria agência. O filme termina com uma sugestão de um relacionamento contínuo entre Charlie e seu mentor relutante, o Coronel Henderson, sugerindo potenciais aventuras futuras.

Em essência, o final enfatiza a inteligência de Charlie em detrimento da força bruta, demonstrando sua capacidade de superar seus inimigos e promover um senso mais amplo de justiça, em vez de apenas vingança pessoal. Também prepara o cenário para possíveis sequências, com Charlie tendo passado de um agente "amador" para um agente capaz (embora ainda intelectualmente motivado).

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