The Plague

 


Um drama psicologo que nos faz lembrar a juventude. Um adolescente socialmente desajeitado enfrenta a hierarquia implacável de um acampamento de pólo aquático, e a sua ansiedade se transforma em confusão psicológica durante o verão. Estamos no verão de 2003, num acampamento juvenil de polo aquático (o Tom Lerner Water Polo Camp). O protagonista é Ben (Everett Blunck), um garoto de 12 anos socialmente ansioso que tenta desesperadamente se encaixar na hierarquia brutal do local.


O conflito principal surge em torno de uma tradição cruel chamada "A Peste", os rapazes elegem um "pau para toda obra" ou pária, chamado Eli (Kenny Rasmussen), que supostamente tem uma doença contagiosa. A regra é simples: se você tocar em Eli, você "pega a peste". O que começa como uma brincadeira de criança rapidamente escala para um cenário de bullying extremo e paranoia coletiva.


O filme foi descrito pela crítica como uma mistura de O Senhor das Moscas com o estilo visceral de cineastas como Darren Aronofsky (Cisne Negro). Tem um bom terror Psicológico, no foco está na ansiedade de Ben e em como a pressão dos colegas distorce sua percepção da realidade. Body Horror: À medida que o filme avança, a ansiedade e o estresse dos personagens se manifestam de forma física e perturbadora, borrando a linha entre o que é real e o que é delírio psicológico.

A Metamorfose Final

O filme termina com uma imagem visualmente impactante que remete ao body horror. Ben começa a ver manifestações físicas de "doença" em si mesmo (feridas ou marcas na pele), mas o filme deixa claro que isso é uma manifestação psicossomática. A "Peste" não era um vírus, mas a crueldade humana que ele finalmente aceitou e integrou em sua própria identidade para sobreviver.

O Significado do Final

O treinador (Joel Edgerton) aparece no final, mas sua reação é de indiferença ou de um silêncio cúmplice. Isso reforça a ideia de que o sistema (o acampamento e, por extensão, a sociedade) recompensa esse tipo de comportamento predatório.

A Ciclicidade: O filme sugere que, embora aquele acampamento tenha terminado, o ciclo de abuso continuará em outras formas na vida adulta desses garotos.

Thomas Hobbes diz "O homem é o lobo do homem", mas a expressão é na verdade de Tito Mácio Plauto (c. 254–184 a.C.) foi o mais influente dramaturgo cômico da Roma Antiga, famoso pelas suas comédias vibrantes adaptadas da tradição grega para o público romano. A sua obra, que incluiu tipos populares como o escravo astuto, destacou-se pela linguagem dinâmica, humor satírico e forte influência em autores posteriores como Thomas Hobbes, Shakespeare e Molière. 

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