Bom, estamos em tempo de pandemia e fui ver este filme no dia 9 de Setembro... Eu acho que nunca tinha ido ao cinema ver um filme de 007.... Fui com companhia e ainda bem que trouxe companhia e tinha pago o bilhete para não me obrigar a sair da sala. Não é que o filme seja mau, mas este tipo de filmes vejo em casa e não é aquela "coisa" de ver as grandes obras da 7ª arte. Aqueles filmes que gosto de ver no grande ecrã como Star Wars, Game of Thrones, Senhores dosAnéis e afins.
O Daniel Craig quando começou como 007 foi amplamente criticado, por não ter um "galantismo" do Roger Moore, Sean Connory ou até o Timothy Dalton. Mas estrela do filme é outra.
Rami Malek. Em The Pacific, ele assume um sotaque Cajun convincente, cria uma personalidade sarcástica, mas fatalista, e anda por aí com um dos rostos mais expressivos da série. Ele muda de arrogante para em estado de choque em minutos. É um relógio incrível.
Em Mr. Robot (seu suposto papel de fuga), ele se torna um jovem hacker perturbado, ansioso, deprimido e delirante. Mais uma vez, seus olhos são tão intensos - eles voam em ansiedade, irradiam pânico durante ataques de pânico, etc. E sua voz é um zumbido morto e monótono, mas em acessos de paixão, aumenta violentamente a ponto de você ficar com medo seu personagem. Outro desempenho cativante.
Finalmente, em Bohemian Rhapsody, ele se torna Freddie Mercury. Sua personalidade sarcástica, mas vulnerável, seus floreios dramáticos. Sobre o filme Bohemian Rhapsody podem ler a crítica aqui.
É com o papel Freddy Mercury que os seus créditos ficam firmados e se estamos a escrever mais sobre o Mailik do que o próprio filme, já sabemos a razão. Ele faz de vilão e nos poucos minutos que o vemos no filme ele não descura.
Esperem pelo DVD
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